Fisioterapeuta que morreu aos 30 anos reclamou de dor intensa na perna ao ir ao hospital, diz polícia
05/08/2026
(Foto: Reprodução) Fisioterapeuta que morreu em Goiás relatou a médicos dor intensa na perna direita, diz pol
A fisioterapeuta Larissa da Mata Silva, que morreu aos 30 anos em Mozarlândia, no norte de Goiás, relatou aos médicos do Hospital Municipal de Mozarlândia dor intensa na perna direita, que estava inchada. A informação foi divulgada em um vídeo do delegado Willian Caio da Silva, responsável pela investigação (veja o trecho acima).
Larissa morreu no último domingo (2). Segundo Willian, ela deu entrada no hospital por volta de 0h50. Ela morava em Goiânia e estava em uma festa em Mozarlândia. Naquele momento, os médicos suspeitaram de uma trombose venosa. O quadro dela piorou e ela precisou ser entubada. Durante essa piora, hematomas surgiram pelo corpo.
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"Além disso, ela estava com um ralado no joelho, que ela relatou ter sido decorrente de uma queda de moto", afirmou o delegado.
Ainda de acordo com Willian, o médico legista do Instituto Médico-Legal (IML) lhe adiantou que a morte foi natural, causada por tromboembolismo pulmonar, embora ainda não haja o laudo cadavérico.
Morte da fisioterapeuta Larissa da Mata Silva foi confirmada pela família
Reprodução/ Perfil do Instagram de Larissa da Mata Silva
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Em nota, a Polícia Científica afirmou que o laudo será concluído no prazo legal de até dez dias, podendo ser prorrogado. Essa prorrogação, se houver, será em razão do tempo necessário para a conclusão dos exames toxicológicos, que integram a análise pericial.
Comoção
A morte de Larissa, que morava em Goiânia e também era professora universitária, causou comoção nas redes sociais.
Amiga de Larissa há seis anos, Ketlyn Raiane publicou, em seu perfil do Instagram, uma homenagem a ela, dizendo que o destino as uniu.
"Nada que eu escreva aqui vai ser suficiente. Eu falei que te amava sempre, falei o quão você era forte e que estaria aqui por você. Perdi minha melhor amiga. Minha irmã", escreveu.
Ketlyn disse, ainda, que Larissa era "destemida, corajosa, amorosa, autêntica e livre". Além da amizade, as duas compartilhavam o gosto pela música sertaneja. "Eu não sei como vou por a playlist da Ana Castela para tocar mais. Não sei como vou ter conversas que apenas a gente entendia", afirmou.
Na terça-feira (4), a mãe de Larissa, Valda Justo, publicou uma mensagem em um story do seu perfil do Instagram, lamentando a morte da filha. "Está doendo muito o meu coração. Está faltando uma parte. A nossa história não acabou, minha bonequinha de porcelana", disse.
Em nota, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 19ª Região (Crefito-19) manifestou pesar pela morte de Larissa, reconhecendo e agradecendo "toda a dedicação, ética e compromisso" que ela tinha no exercício da fisioterapia e da docência.
"Sua trajetória e inovação na área contribuíram de forma significativa para a formação de novos profissionais, para a saúde e bem estar da população, e para a valorização da nossa categoria em Goiás", afirmou o Conselho.
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