De Vinícius a Endrick: nomes de jogadores viram marca de gerações na Bahia

  • 21/06/2026
(Foto: Reprodução)
Vinicius Júnior marcou o décimo gol com a camisa da Seleção Brasileira durante Copa do Mundo 2026 Nelson Terme/CBF O desempenho e a popularidade de jogadores de futebol ao longo das Copas do Mundo também deixam marcas fora dos gramados — inclusive nos registros de nomes na Bahia. É o que mostra um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE) com base no portal “Nomes no Brasil”, construído a partir dos dados do Censo 2022. Entre os nomes atuais da Seleção Brasileira, o atacante Vinícius Júnior aparece com forte presença indireta: o estado tem 19.530 pessoas chamadas pelo nome. O auge da escolha ocorreu entre 2000 e 2009, período em que nasceram cerca de quatro em cada 10 baianos (7.934 registros). Já o atacante Neymar, que também mobilizou grande atenção nacional em torno de sua possível participação na Copa deste ano, tem 232 “xarás” na Bahia. A maior parte deles (180) nasceu após 2010, quando o jogador se consolidou como estrela mundial. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Outro nome em evidência na atual geração, o atacante Endrick, ainda é pouco comum no estado: são apenas 88 registros na Bahia, dos quais 83 são de pessoas nascidas após o ano 2000. Agora no g1 Entre os convocados, o atacante Raphinha chama atenção por uma variação de grafia. Na Bahia, há 1.624 pessoas chamadas Raphael, com “ph”, enquanto a versão mais comum, Rafael, soma 47.788 registros no estado. O levantamento também destaca o meia Danilo, um dos brasileiros baianos no elenco. O nome é bastante popular no estado, com 21.936 registros. Já o zagueiro Bremer não aparece como nome próprio na Bahia, mas seu primeiro nome, Gleison, soma 1.271 registros. Família com 14 filhos com nomes com letra 'R' por causa de ex-jogadores se prepara para a Copa Influência das Copas ao longo das gerações O impacto de ídolos históricos também aparece nos dados. O nome Edson, de Pelé, é usado por 30.702 pessoas na Bahia. Segundo o IBGE, 12.439 delas nasceram nas décadas de 1960 e 1970, período em que o Rei do Futebol viveu o auge da carreira. Romário, destaque do tetracampeonato em 1994, aparece com 6.995 registros no estado. A maioria (4.319) nasceu nos anos 1990, quando o atacante estava em evidência. Já Ronaldo, estrela do penta em 2002, soma 14.473 registros na Bahia. O pico de nascimentos com esse nome ocorreu na década de 1980, com 4.785 registros. Febre do álbum da Copa do Mundo 2026 movimenta shoppings e reúne famílias em Salvador; veja lista com ponto de trocas O nome Edson, de Pelé, é usado por 30.702 pessoas na Bahia. Getty Images Craques estrangeiros também entram na lista Jogadores internacionais também influenciaram registros na Bahia. O estado tem 75 pessoas chamadas Zidane e 37 chamadas Messi. O nome Riquelme aparece com 3.773 registros. Já Cristiano Ronaldo soma 11.126 “xarás” no estado. No entanto, apenas 2.290 nasceram após os anos 2000, quando o jogador português ganhou projeção mundial. O estado tem 37 pessoas chamadas Messi. Claudia Greco/Reuters LEIA TAMBÉM: Dos estádios à Times Square: 'dinos' brasileiros viram atração na Copa dos Estados Unidos Rua em bairro de Salvador vira galeria a céu aberto e reúne gerações em tradição que se renova a cada Copa do Mundo 'Homem do hexa': baiano que viralizou por ter seis dedos mantém sonho de ver Brasil campeão Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

FONTE: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2026/06/21/de-vinicius-a-endrick-nomes-de-jogadores-viram-marca-de-geracoes-na-bahia.ghtml


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