André Mendonça assume o caso Master, acumula poderes e vira peça-chave em ano eleitoral

  • 13/02/2026
(Foto: Reprodução)
De Master a INSS: Mendonça acumula casos centrais para a República O ministro André Mendonça é o novo relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) e se consolida como uma figura central na política brasileira em um ano decisivo para governo, Congresso e Judiciário, com eleições no radar. Ele é visto como alguém de perfil técnico e que não faz perseguições. O nome dele foi sorteado no sistema interno do Supremo na noite da última quinta-feira (12) após a saída de Dias Toffoli. 📱 Acesse o canal da Sadi no WhatsApp Mendonça acumula poderes porque já estava à frente da investigação no STF que apura fraudes no INSS, um caso que causa preocupações ao PT e ao entorno de Lula, e será vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (STF), em dobradinha com Nunes Marques, que vai comandar a justiça eleitoral. Um termômetro importante é observar as reações dos diferentes setores de Brasília, entre Congresso, STF e Banco Central (BC). SAIBA MAIS Após saída de Toffoli, entenda os próximos passos do caso Master no STF Indicado para o STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, ele tem uma relação de gratidão com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que ajudou muito em sua sabatina no Senado, que na época foi muito sofrida, pois o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), então presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), atrasou em cinco meses a vida do agora ministro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Setores da PF ouvidos pelo blog, do Banco Central e do INSS estão comemorando o nome de Mendonça. O senador Carlos Viana (Podemos-MG), relator da CPI do INSS, considerou a indicação o que chamou de "ótima notícia". André Mendonça foi escolhido novo relator do caso Master após saída de Dias Toffoli e sorteio no sistema do STF Gustavo Moreno/STF Indicação 'terrivelmente evangélica' Segundo indicado ao STF por Bolsonaro, André Mendonça foi aprovado na sabatina do Senado em 1º de dezembro de 2021 por 47 votos a favor e 32 contra. Ele ocupou a vaga deixada por Marco Aurélio Mello. Sua indicação ocorreu depois de Kassio Nunes Marques. Na época, Bolsonaro havia dito em discursos que indicaria à Corte um ministro 'terrivelmente evangélico'. Mendonça é pós-graduado em direito pela Universidade de Brasília (UnB) e pastor na Igreja Presbiteriana Esperança, em Brasília. Ele foi Advogado-Geral da União de janeiro de 2019 a abril de 2020, quando foi nomeado ministro da Justiça. Em março de 2021, voltou a chefiar a AGU.

FONTE: https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2026/02/13/andre-mendonca-caso-master-ano-eleitoral.ghtml


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